De acordo com a publicação, a UFMG é uma das universidades que não aderiram ao Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida). A instituição mantém um programa de avaliação que prevê provas em três etapas. Cerca de 10% dos inscritos são eliminados na primeira etapa, a análise de documentos. A segunda etapa inclui parte teórica e a última, prova prática de habilidades clínicas.
Em entrevista ao periódico, André Cabral, presidente da Comissão de Revalidação do Diploma de Médicos Estrangeiros da UFMG, esclareceu que profissionais formados em Cuba têm dificuldades em questões técnicas nas provas da universidade mineira. “A medicina exercida pelos cubanos é boa, mas é muito rudimentar. Eles se atrapalham ao responder a questões técnicas, que envolvem equipamentos como ultrassom e tomografia”, afirmou. “Ao passar na UFMG, o estrangeiro está provando que é competente”, ressaltou Cabral, que atuou no início do mês na primeira etapa dos exames de validação deste ano. Em 2013, houve aumento de 250% do número de inscritos em relação a 2012: de 292 para 1.036. Este ano, 9,4% dos candidatos são formados em Cuba.







