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Campanha conta com nova Fanpage no Facebook

paginafacecriancaCinquenta mil crianças e adolescentes desaparecem por ano no Brasil. Para reverter este número, o Conselho Federal de Medicina (CFM) lançou uma Fanpage no Facebook sobre a temática. A página eletrônica www.facebook.com/criancasdesaparecidascfm dá maior visibilidade para o tema e quer agregar uma rede de pessoas engajadas com questões sociais.

A página está no ar desde o dia 7 de março. O integrante da Comissão de Ações Sociais, Ricardo Paiva, destaca o trabalho dos Conselhos de Medicina com os médicos e a sociedade. “Qualquer família pode ser vítima de um drama como este. Como médicos – e cidadãos – desenvolvemos esforços para controlar e até erradicar essa chaga no país”.

O CFM desenvolve, desde 2011, campanha de combate ao desaparecimento de crianças e adolescentes. Entre as ações está a divulgação, junto ao meio médico, de recomendações para o reconhecimento de crianças e adolescentes desaparecidos. A entidade também divulga para a sociedade medidas de como evitar e como proceder em caso de desaparecimento de um menor. Saiba mais sobre a campanha no site oficial www.criancasdesaparecidas.org

Ato público – Em ato que marcará a Semana Nacional de Mobilização para a Busca e Defesa da Criança Desaparecida, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM-MG) convocam a população mineira para ato na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, às 16h. A atividade destacará o trabalho com a busca dos desaparecidos e cobrar respostas efetivas das autoridades.

Só em Minas Gerais, em 2014 e 2015, foram registrados cerca de 10 mil casos de menores que sumiram. Este ano, outros 600 casos já foram oficializados. Segundo dados da Polícia Civil, as cidades com maior número de menores desaparecidos é Belo Horizonte (1.653), Uberlândia (534), Contagem (529), Betim (428), seguido por Ribeirão das Neves (416) e Juiz de Fora (309).  Os dados, referente a janeiro de 2014 a fevereiro de 2016, potencializam o problema, já que a maioria até o momento não tiveram desfecho do caso.